sexta-feira, 3 de abril de 2009

Uma Música para Ti



POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

Um Poema Para Ti


Lágrimas à Solta...


Rio que corres...,
sôfrego!!
Rio que te buscas a ti mesmo...,
o teu leito está seco!
...Uma sequidão de estio!
Já nem a água corre em fio!!
Rio, de leito gretado,
Rio sem nada..., enganado...!
...Pelo Tempo que não te escuta,
é apenas o teu pó que luta!
Rio que corres sem que te vejam...,
as ervas secas e curvas te beijam,
sequiosas de Esperança...,
mas só o teu pó as alcança!
Rio que corres, moribundo,
Rio que és o meu Mundo,
...Rio que morres sem aviso,
é teu pó o meu sorriso,
que é levado pelo Vento!
És meu Rio..., meu desalento!
Minhas gotas, teu refrigero,...
terá o Amor, tanto mistério?!
Será a Paixão, água revolta?!
...E andam Lágrimas à solta,
deslizam, como que por um fio,
perdem-se, pelo leito do Rio,
nesse leito de secura sem fim,
onde tu, me amas a mim
e onde eu choro!! ...Só!
...Estas Lágrimas de pó!
...Deste Rio que não existe,
Rio seco..., gretado e triste...!

Histórias com Moral


As Duas Vizinhas


Haviam duas vizinhas que viviam em pé de guerra. Não se podiam encontrar na rua que era briga de certeza. Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao encontrarem-se na rua, muito humildemente, disse dona Maria:

- Querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Proponho-te que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.

Na hora, Dona Clotilde estranhou a atitude da velha rival e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando:

- Esta dona Maria não me engana… está querendo fazer alguma coisa contra mim e eu não vou deixar. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reacção.

Chegando a casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca.

- “Adoraria ver a cara da Dona Maria ao receber esse maravilhoso presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa!”

Mandou, então, a empregada levar o presente até a casa da rival, com um bilhete: “Aceito a sua proposta de paz e, para selarmos nosso compromisso, envio-te este lindo presente”.

Dona Maria estranhou o presente, mas não exaltou.

- Que está ela propondo com isto? Não estamos fazendo as pazes? Bem… esquece”.

Alguns dias depois, Dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.

- Ah… a vingança daquela asquerosa da Maria. O que será que ela aprontou?

Qual foi a sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, e um cartão com a seguinte mensagem: “Estas flores são o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que tu me enviaste e que proporcionou excelente adubo para o meu jardim. Afinal, cada um dá o que tem em abundância em sua vida”.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

O Mundo Está Louco


Americano é preso após simular sexo com poste


O norte-americano Richard Mullaney Jr., de 41 anos, foi preso pela polícia de Boston, nos EUA, após ser apanhado por uma mulher esfregando-se contra um poste com os órgãos genitais para fora da calças, segundo a emissora local 7News.
O incidente aconteceu por volta 9h45 da última terça-feira na estação Haymarket. A mulher de 34 anos relatou à polícia que estava esperando o metro quando viu Mullaney com o pénis para fora das calças simulando um ato sexual.
A mulher destacou ainda que ele estava olhando para ela, fazendo movimento para frente e para trás enquanto se esfregava no poste. "A vítima ficou chocada e alarmada com esse comportamento", escreveu o policia no relatório.
Mullaney foi preso dentro da estação após a vítima o identificar.

Momento de Humor



POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

Cantinho das Estrelas


Maya acusada de agressão



Contínua a polémica entre Maya e o dançarino Juan Miguel. Apesar de não falar directamente no nome da relações públicas, o cubano deixa no ar a acusação de que esta o terá mandado agredir.
"Fui agredido por três pessoas que me disseram ‘nunca mais vais ligar à Maya. Não falas à imprensa (...) Nessa noite, tive de dizer o código de bloqueio do meu telemóvel à base de porrada. Um deles apagou tudo o que conseguiu: fotos, sms e chamadas recebidas e enviadas, exactamente dois números em concreto – o da Maya e o do seu secretário, João", denuncia à imprensa.
Depois de ter sido tornado público o alegado romance de Juan Miguel com Maya – já desmentido pela própria –, o cubano conta ter sido despedido da discoteca La Movida, no Montijo, e mantém a versão de que esteve envolvido com a apresentadora da SIC e até dormiu em sua casa. Ao CM, Maya preferiu "não comentar" o assunto.

Transformers

Fora de Jogo

Cartoon do Dia

A vingança do pato

Uma Música Para Ti



POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

Um Poema Para Ti


Praia Perdida


Num mar distante de sonhos perdidos,
Voguei, por milénios de morte e dor,
Para naufragar, perdido e sem sentidos,
Numa praia sem luz e sem calor.

Tudo era escuridão em meu redor,
Sombra infinita entre sonhos vencidos.
Aquele era um destino sem amor,
Praia perdida dos anjos caídos.

Naquela praia, fria e sem sentido,
Vi o meu futuro morto, destruído,
E, em agonia, aceitei o meu fim.

Ainda caminho nas sendas sombrias
Dessa praia de esperanças vazias.
Por favor, vida... Esquece-te de mim!

Histórias com Moral


Olhar de Amor


Foi um choque para aquela jovem mãe quando recebeu o diagnóstico de câncro.
Sucederam-se os tratamentos e, naquele dia, após o internamento, quando ela voltava para casa, sentiu-se muito triste. Ela estava consciente da sua aparência. Estava sem cabelos, por causa da radioterapia.
Sentia-se desencorajada. O seu marido continuaria a amá-la? E o seu filho? Ele tinha apenas seis anos.

Quando chegou em casa, sentou-se na cozinha, pensando em como explicar ao seu filho porque estava tão feia.
Ele apareceu na porta e ficou olhando-a, curioso. Quando ela iniciou o discurso que ensaiara para o ajudar a entender o que via, o menino aproximou-se e aconchegou-se no seu colo, quietinho, com a cabeça recostada em seu peito.

Ela acariciou a cabecinha do filho e disse: “você vai ver como daqui a pouco o meu cabelo vai crescer e eu vou ficar melhor, como era antes”.
O menino levantou-se, olhou para ela, pensativo. Depois, com a espontaneidade da sua infância, respondeu: “o seu cabelo está diferente, mãe. Mas o seu coração está igual.”
A mãe não precisava mais esperar por daqui a pouco para melhorar. Com os olhos cheios de lágrimas, ela se deu conta de que já estava muito melhor.

O essencial é invisível aos olhos, dizia o pequeno príncipe, no livro de Antoine de Saint Exupéry. Quem ama vê além da aparência física e é isto que ama: a essência.

Por isto os casamentos em que o amor é o autêntico laço de união perdura, apesar dos anos passados. Para quem têm olhos de amor, o olhar penetra além do corpo físico que perdeu um tanto do vigor e já não apresenta a exuberância plástica dos verdes anos.

Para esses, o amor amadurece a cada ano, solidificando-se a cada dificuldade enfrentada, a cada óbice superado, a cada batalha vencida.
Enquanto os cabelos vão sendo prateados pelo exímio pintor chamado tempo, e a artista plástica chamada idade vai colocando pequenos sinais na face, aqui e ali, o amor mais cresce.
O sentimento engrandece-se à medida que o passo deixa de ser tão vigoroso e um se apoia no outro para descer os degraus, para subir uma escadaria.

A solidariedade torna-se mais intensa, enquanto a vista embaça-se um pouco e o extraordinário computador que é o cérebro já não consegue fazer as corretas equações matemáticas, para aquilatar se dá ou não tempo para atravessar a rua. Uma mão segura a outra, muda, para afirmar: esperemos um pouco.

Envelhecer ao embalo do amor é maravilhoso. Desfrutar do aconchego um do outro é reconfortante.
Felizes os casais que envelhecem juntos. Felizes os filhos que sabem aproveitar da companhia generosa de pais e avós que o tempo alcançou.

De todos os momentos da vida os mais preciosos são os desfrutados com amor.
Quando as dificuldades se avolumam, os problemas crescem, os dias solitários chegam, é maravilhoso ter momentos de carinho para serem recordados.
Momentos que recebemos ou que ofertamos. Momentos que nos fizeram extremamente felizes. Momentos que, revividos, pelos fios invisíveis do pensamento, ainda nos reconfortam e aquecem o coração.
Por tudo isso, ame muito e permita-se amar por seus amores.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O Mundo Está Louco



Sérvia passa por cirurgia após fazer sexo com pinha

Uma mulher precisou passar por uma cirurgia num hospital de Belgrado, na Sérvia, após fazer sexo com uma pinha (espécie de flor do pinheiro americano).
"Ela estava sozinha, pegou uma pinha de uma árvore e, infelizmente, ficou presa. Foi necessário uma cirurgia para remover a pinha", explicou o médico Sava Bojovic.O incidente aconteceu na semana passada na capital sérvia, e os médicos precisaram de duas horas para remover os pedaços da pinha.
"Vejo muita coisa estranha no meu dia-a-dia", comentou um dos médicos, destacando que o incidente envolvendo a pinha foi um dos curiosos com o qual já deparou.


É caso para dizer que já nada o deixa espantado...

Será que há alguém por lá, que explique a esta mulher que existem objectos bem mais adaptados a estas "pequenas extravagâncias"?!?

Mas vendo bem as coisas, até que podia ter sido bem pior. É porque segundo consta a pinha estava fechada. Imaginem lá se estivesse aberta?

Dahhh....

Fora de Jogo

Ainda no rescaldo da escaldante Final da Taça da Liga


Cartoon do Dia

Criando a mulher perfeita

As Aparências Iludem...



POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

Sugestão Músical



Jeff Buckley

Jeffrey Scott Buckley (Anaheim, Califórnia, 17 de novembro de 1966 —- 29 de Maio 1997) foi um cantor, compositor e guitarrista norte-americano. Conhecido por seus dotes vocais, Buckley foi considerado pelos críticos umas das mais promissoras revelações musicais de sua época. Entretanto, Buckley morreu afogado enquanto nadava no rio Wolf, afluente do Rio Mississipi, em 1997. O seu trabalho e o seu estilo único continuam sendo admirados por fãs, artistas e músicos de todo o mundo.
Jeff Buckley passou a sua adolescência a ouvir diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colégio, decidiu que a música seria o caminho a seguir. Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar para o G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram de seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.
Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com a sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afinada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma editora quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.
No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no "Sin-é", segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar. Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que frequentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum a solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma tournée pela Europa, e só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse periodo, acordou também, lançar um Ep com 5 músicas, gravadas no "Sin-é".
“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu o vimos tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Apesar disso e de uma longa tournée de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado. A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM.
Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua editora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começar as gravações em Memphis, cidade onde morava na época.
No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca de uma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objectos, enquanto ouvia Jeff a nadar cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.
O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.
Em 2000, “Mystery White Boy” veio relembrar Jeff nas suas performances ao vivo.
Em 2007 surge uma compilação com os melhores êxitos de estúdio e ao vivo, este álbum contém uma versão acústica de "So Real" gravada no Japão e uma versão de "I Know It's Over" dos The Smiths nunca antes editadas.
Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem vindo a conquistar novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de Jeff Buckley passou a sua adolescência a ouvir diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colegial, decidiu que a música seria o caminho a seguir. Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar para o G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram de seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.
Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afiada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma discográfica quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.
No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no "Sin-é", segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar. Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que frequentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma tourné pela Europa, só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse periodo, acordou também, lançar um Ep com 5 músicas, gravadas no "Sin-é".
“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu vimos ele tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Apesar disso e de uma longa tourné de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado. A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM.
Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua gravadora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começar as gravações em Memphis, cidade onde morava na época.
No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca duma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objectos, enquanto ouvia Jeff a nadar cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.
O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.
Em 2000, “Mystery White Boy” veio relembrar Jeff nas suas performances ao vivo.
Em 2007 surge uma compilação com os melhores êxitos de estúdio e ao vivo, este álbum contém uma versão acústica de "So Real" gravada no Japão e uma versão de "I Know It's Over" dos The Smiths nunca antes editadas.
Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem vindo a conquistar novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos.


Discografia

1993 - Live at Sin-é
1994 - Grace
1995 - Live from the Bataclan
1998 - Sketches for My Sweetheart the Drunk
2000 - Mystery White Boy
2001 - Live À L'Olympia
2002 - Songs to No One 1991-1992
2002 - The Grace EPs
2003 - Live at Sin-é (Legacy Edition)
2004 - Grace (Legacy Edition)
2007 - So Real: Songs from Jeff Buckley

Hoje aqui vos deixo uma das músicas de Jeff que eu mais gosto. É uma prenda para todos os que visitam O Um Novo Olhar. Forget Her. Espero que gostem!





POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

Novo Acordo Ortográfico



Como já puderam reparar, Um Novo Olhar já está a aplicar a Novo Acordo Ortográfico.Dada a complexidade do processo, durante alguns meses utilizarei nos post´s a ortografia nova e a antiga, para o que peço a compreensão de todos os que o visitam.

Boas leituras!

Um Poema Para Ti



Coração Ausente...



Meu coração está ausente
Minha tristeza não tem fim
Quando as tuas carícias não sente
E não estás junto a mim


No longo caminho da vida
Que terei que percorrer
A fugir ao seu destino
Vejo almas a correr


Mesmo que queira não posso
Viver sem te recordar
A tua imagem ao passar
Meus olhos vão recordar


Páginas de um livro de perderam
Na quietude impassível dos tempos
Suas linhas, agora esvanecidas
Contavam lindas histórias
De amor e de lamentos

Histórias com Moral



Construindo Pontes


Conta-se que, certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.
Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro.
Durante anos eles percorreram uma estrada estreita e muito comprida, que seguia ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutar um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam a caminhada com prazer, pois amavam-se.
Mas agora tudo havia mudado.
O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio.
Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem na sua porta.
Ao abri-la notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro na mão.
Estou procurando trabalho- disse ele. Talvez você tenha um pequeno serviço que eu possa executar.
- Sim! - disse o fazendeiro - claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É do meu vizinho. Na realidade, meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. - Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não precise mais vê-lo.
Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito.
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu.
O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando.
Já anoitecia quando terminou sua obra.
O fazendeiro chegou da sua viagem e seus olhos não podiam acreditar no que viam.
Não havia qualquer cerca!
Em vez da cerca havia uma ponte que ligava as duas margens do riacho.
Era realmente um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e disse: você foi muito atrevido construindo essa ponte após tudo que lhe contei.
No entanto, as surpresas não haviam terminado.
Ao olhar novamente para a ponte, viu o seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com os braços abertos.
Por um instante permaneceu imóvel de seu lado do rio.
Mas, de repente, num só impulso, correu na direção do outro e abraçaram-se chorando no meio da ponte.
O carpinteiro estava partindo com a sua caixa de ferramentas quando o irmão que o contratou pediu-lhe emocionado: "espere! fique conosco mais alguns dias".
E o carpinteiro respondeu:
- "Eu adoraria ficar, mas, infelizmente, tenho muitas outras pontes para construir."

E você, está precisando de um carpinteiro, ou é capaz de construir sua própria ponte para se aproximar daqueles com os quais anda distante?…

A Força do Amor



A distância nunca foi empecilho para que o amor se manifestasse.
Quando duas pessoas se amam de verdade, não existe a necessidade do contato físico para que o amor se manifeste e permaneça, pois o verdadeiro amor é mais espiritual do que físico.
O amor é um sentimento etéreo, não podemos vê-lo, mas sim, senti-lo.
Não se pode descrever como é o amor, mas podemos descrever toda a complexidade de sentimentos que ele desencadeia.
As revoluções que ele provoca no nosso interior.
Aquele que inventou a distância não conhecia a dor da saudade.
A distância impede que eu te veja, mas não impede que eu te ame.
Um desses sentimentos provocados pela ausência da pessoa amada, chama-se Saudade. E como essa tal de Saudade judia dos apaixonados distantes.
A saudade provocada pela distância, chega a ser um excelente teste, se não para cardíacos, mas para aferir a real força do amor existente.
Não há fator distância, nem fator tempo de ausência que poderá acabar com ele, ou fazer com que perca sua força, diminua de intensidade.
Muito pelo contrário, quase sempre um afastamento dá mais força para esse amor, pois a dificuldade para o contato físico, fará com que a parte espiritual do amor se desenvolva mais e mais.
E a força do amor está na alma.
É ela que comanda os sentimentos.
O cérebro comanda a razão, mas a alma comanda o coração.
Assim sendo, tem razão ao dizer que a “distância não impede que eu te ame…”.
Poderá, muito pelo contrário, fazer com que ame mais ainda.
Claro que o amor exige também o toque físico, o contato dos corpos e é isso que dá vida ao amor, que faz com que ele fique cada vez mais forte.
A necessidade de ver e tocar na pessoa amada, faz com que a saudade doa ainda mais quando a distância é inevitável.
Nesse caso, há que se ter uma força espiritual muito grande para que se possa sentir a presença do ausente.
Se duas pessoas se gostam de verdade, e por uma razão qualquer não podem estar juntas, não vai ser essa distância que determinará o fim desse amor, desde que se saiba administrar essa falta de contato físico, suprindo-o com a força do pensamento.
Tudo depende da força desse amor.
A distância sempre será um teste para aferir-se até onde alguém ama alguém.
E é por isso, que apesar de estarmos "longe", cada vez te amo mais...

Uma Música Para ti...



POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE

terça-feira, 31 de março de 2009

Um Poema Para Ti



Sonho Moribundo


Dispo-me desta verdades inconsequentes e vazias
As primeiras horas de um dia debitam misérias
Falsas esperanças cravadas em faces desconhecidas
E como nos meus sonhos a vida desperta incerta

Vi-te ali no limiar da noite, entre a terceira e a quarta hora
A hora do adeus, da impossibilidade, do medo
As palavras atropelam-se por entre choros e lamentos
A realidade desperta-me para um pesadelo em forma de desejo

Dispo-me de sentimentos, perco-me na frieza do vazio
Amordaçado pelo desespero, abraçado pela dor
Fico mais uma vez sozinho, longe da verdade do amor
As tuas palavras soltas na incerteza do silêncio, o meu silêncio…

Quero ver para lá deste véu de desolação e medo
Quero ver de novo a verdade no teu olhar
Aquele olhar, aquela explosão interior, o teu amor
Fico abandonado nas asas de um sonho moribundo

Histórias com Moral


O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente


Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital.Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

A sua cama estava junto da única janela do quarto.

O outro homem tinha que ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas e horas. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias…
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia passar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas. .
Dias e semanas passaram. Uma manhã , a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. A enfermeira ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas passar alguma coragem para ele…

Moral da História:

Existe uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes, apesar dos nossos próprios problemas.
A dor partilhada é metade da tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada.
Se você se quer sentir rico, conte todas as coisas que você tem que o dinheiro não pode comprar.
‘O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que o chamam de presente.’

Sem mais palavras...
Esta também a dedico a ti!!!

A Pensar em Ti



POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE