quarta-feira, 17 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
terça-feira, 19 de maio de 2009
sábado, 16 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Sugestão Músical
POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE
OqueStrada lançam primeiro álbum
TascaBeat: o sonho português é o nome do primeiro trabalho dos portugueses OqueStrada. Trata-se da banda que reinventou o «glamour numa versão boémia e proletária».
Depois de sete anos com espectáculos de Norte a Sul do país e representações em países como a França, China, Sérvia e Espanha, os OqueStrada editam finalmente o seu primeiro álbum. TascaBeat: O sonho português está nas lojas desde o dia dia 27 de Abril e a banda assegura que quem viu os seus espectáculos «guarda no coração».
O grupo de Almada conta com Miranda para dar voz às suas músicas, João Lima na guitarra portuguesa, Pablo (contra-bacia), Zeto Feijão (guitarra e voz) e Danatello Brida (acordeão). O conceito e a dramaturgia musical estão a cargo de Marta Mateus e Jean Marc Dercle.
Na estrada desde 2002, a banda já passou por teatros de referência — como o TNT — Théâtre National de Toulouse, TnBA — Théâtre national de Bordeaux, Teatre Lliure, Teatro Nacional D.Maria II, Teatro Nacional de S.João —, e festivais como o Festival Littéraire Marathon des Mots, CCB Fora de Si, Festival de Marionetas do Porto, Festival Villes des Musiques du Monde, Festival International de Théâtre des Arts de la Rue d'Aurillac, Expo 2008 Zaragoza, e o Festival de Artes de Macau. E como portugueses a sério que são, já actuaram na Tasca do Chico, em muitos bailes de Verão e alguns casamentos.
A revista Vogue definiu os OqueStrada como a «reivenção do glamour numa versão boémia e proletária»: «A cantora é uma espécie de Rosinha dos limões cruzada com Edith Piaf. Que arregaça a saia (mas não em demasiado) quando chega aos refrões. O grau de desvario pode ser avaliado pela versão fado/musette do clássico Killing me softly. Igualmente surpreendentes são os originais, onde há desgarradas meio em português meio em francês, bossa nova arraçada de ska, corridinhos de funaná».
Aqui fica a sugestão de hoje. Espero que gostem!!!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Sugestão Músical

Jeffrey Scott Buckley (Anaheim, Califórnia, 17 de novembro de 1966 —- 29 de Maio 1997) foi um cantor, compositor e guitarrista norte-americano. Conhecido por seus dotes vocais, Buckley foi considerado pelos críticos umas das mais promissoras revelações musicais de sua época. Entretanto, Buckley morreu afogado enquanto nadava no rio Wolf, afluente do Rio Mississipi, em 1997. O seu trabalho e o seu estilo único continuam sendo admirados por fãs, artistas e músicos de todo o mundo.
Jeff Buckley passou a sua adolescência a ouvir diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colégio, decidiu que a música seria o caminho a seguir. Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar para o G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram de seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.
Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com a sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afinada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma editora quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.
No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no "Sin-é", segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar. Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que frequentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum a solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma tournée pela Europa, e só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse periodo, acordou também, lançar um Ep com 5 músicas, gravadas no "Sin-é".
“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu o vimos tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Apesar disso e de uma longa tournée de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado. A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM.
Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua editora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começar as gravações em Memphis, cidade onde morava na época.
No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca de uma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objectos, enquanto ouvia Jeff a nadar cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.
O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.
Em 2000, “Mystery White Boy” veio relembrar Jeff nas suas performances ao vivo.
Em 2007 surge uma compilação com os melhores êxitos de estúdio e ao vivo, este álbum contém uma versão acústica de "So Real" gravada no Japão e uma versão de "I Know It's Over" dos The Smiths nunca antes editadas.
Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem vindo a conquistar novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de Jeff Buckley passou a sua adolescência a ouvir diversos tipos de música como blues, rock e jazz. Após terminar o colegial, decidiu que a música seria o caminho a seguir. Com medo de ser comparado com o seu pai, Tim Buckley, em vez de cantar, Jeff decidiu inicialmente tocar guitarra, tendo ido estudar para o G.I.T (Guitar Institute of Technology). Diversas experiências vieram de seguida: Jeff trabalhou em estúdio, tocou em bandas de funk, jazz e punk e até mesmo na Banana Republic, de onde foi demitido após ter sido acusado de roubar uma T-shirt.
Em 1991, ao ser convidado para participar num show tributo a seu pai, Jeff resolveu cantar. A semelhança vocal com o pai (Tim Buckley) veio à tona nesse momento. Foi nesse tributo, também, que conheceu o ex-guitarrista da banda Captain Beefheart, Gary Lucas, que, impressionado com sua voz, decidiu convidá-lo para integrar a banda Gods and Monsters. Afiada tanto nas performances ao vivo como nas composições próprias, Gods and Monsters estava prestes a assinar com uma discográfica quando Buckley decidiu abandonar o projeto por achar que um contrato, naquele momento, restringiria as suas ambições musicais.
No ano seguinte começou a apresentar-se sozinho (voz e guitarra) num bar nova-iorquino chamado “Sin-é”. Foi no "Sin-é", segundo o próprio Jeff, onde mais tocou e gostava de tocar. Um lugar pequeno, onde as pessoas iam para conversar e não para ouvir alguém cantar músicas desconhecidas. Mas foi pela diferença que Jeff Buckley conquistou as pessoas que frequentavam o lugar. Foi nesse pequeno bar, sem palco, que um dos empresários da Columbia o viu cantar e tocar. Em outubro de 92 assinou com a Columbia Records para a gravação do seu primeiro álbum solo. Antes do álbum, Jeff decidiu fazer uma tourné pela Europa, só depois gravaria o primeiro álbum em estúdio. Nesse periodo, acordou também, lançar um Ep com 5 músicas, gravadas no "Sin-é".
“Grace” chegou às lojas em agosto de 1994 e foi imediatamente aclamado pela crítica e por artistas como Paul McCartney, Chris Cornell, Bono Vox (“Jeff Buckley é uma gota cristalina num oceano de ruídos”) e Jimmy Page (“Quando o Plant e eu vimos ele tocando na Austrália, ficamos assustados. Foi realmente tocante”). Apesar disso e de uma longa tourné de dois anos “Grace” vendeu muito menos do que o esperado. A música de Buckley era considerada leve demais para as rádios alternativas e pouco comercial para as rádios FM.
Em 1996, começou a trabalhar no seu segundo álbum e, contrariando a sua gravadora, que queria um disco mais comercial, chamou Tom Verlaine, do grupo Television, para a produção. Quando as gravações estavam prestes a encerrar, Jeff, insatisfeito com o resultado, decidiu que o material não deveria ser lançado e, assim, começou a compor novas canções. Foi o que fez até Maio de 97, quando finalmente chamou os colegas da sua banda para começar as gravações em Memphis, cidade onde morava na época.
No dia 29 de Maio de 1997, helicópteros sobrevoavam o Wolf River em busca duma pessoa que ali havia desaparecido. Segundo o relato do amigo Keith Foti, Jeff Buckley resolveu parar para nadar naquele rio antes de se encontrar com a sua banda. Depois de alguns minutos, Foti foi até ao carro para guardar alguns objectos, enquanto ouvia Jeff a nadar cantarolando “Whole Lotta Love”. Quando voltou, não viu mais nada. Gritou por “Jeff” por quase dez minutos e, não obtendo resposta, decidiu chamar a polícia. O corpo de Jeff Buckley foi encontrado apenas uma semana depois, dia 4 de Junho, perto da nascente do Mississippi.
O álbum póstumo, “Sketches for My Sweetheart the Drunk”, foi lançado em 1998. “Sketches” é composto por gravações que Jeff fez com Tom Verlaine, mais músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.
Em 2000, “Mystery White Boy” veio relembrar Jeff nas suas performances ao vivo.
Em 2007 surge uma compilação com os melhores êxitos de estúdio e ao vivo, este álbum contém uma versão acústica de "So Real" gravada no Japão e uma versão de "I Know It's Over" dos The Smiths nunca antes editadas.
Apesar da morte trágica, Jeff Buckley tem vindo a conquistar novos fãs. Artistas como Radiohead, Coldplay e Muse não se cansam de mencionar Jeff como uma das suas principais influências. Além disso, “Grace” é constantemente citado como um dos melhores álbuns de todos os tempos.
Discografia
1993 - Live at Sin-é
1994 - Grace
1995 - Live from the Bataclan
1998 - Sketches for My Sweetheart the Drunk
2000 - Mystery White Boy
2001 - Live À L'Olympia
2002 - Songs to No One 1991-1992
2002 - The Grace EPs
2003 - Live at Sin-é (Legacy Edition)
2004 - Grace (Legacy Edition)
2007 - So Real: Songs from Jeff Buckley
Hoje aqui vos deixo uma das músicas de Jeff que eu mais gosto. É uma prenda para todos os que visitam O Um Novo Olhar. Forget Her. Espero que gostem!
POR FAVOR DESLIGUE O COTONETE
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Sugestão Músical

O ano não poderia ter começado de melhor forma para New Max, dos Expensive Soul, que, logo no primeiro dia de 2009, lançou online – e somente online – o seu álbum de estreia a solo, o tão aguardado “Phalasolo”. Fruto de muito trabalho – não fosse essa mesma a tradução, em hindu, do vocábulo «Phala» - “Phalasolo” resulta de um conjunto de melodias que não se encaixavam nas sonoridades dos seus outros projectos e surge como agradecimento a todos os fãs que têm, continuamente, apoiado a carreira do jovem de Leça da Palmeira. Palavras de New Max.
Engana-se, contudo, quem pensa que New Max esteve, de facto, solitário, nesta sua nova aventura musical sem edição física. Definido, pelo próprio, como um disco soul, com influências funk, jazz e hip-hop, “Phalasolo” reúne a participação de vários convidados especiais, entre eles, o seu colega Demo, dos Expensive Soul; Pacman e Virgul, dos Da Weasel; Marta Ren, ex Sloppy Joe e actual The Bombazines; Sam The Kid; e Regula. A estes ainda se juntaram Hugo Novo, Sérgio Marques (no baixo), Bruno Macedo (na guitarra), Manu Idhra (na percussão), Roger Santos (na bateria) e HornFlakes, que – de resto – o acompanharão numa vindoura digressão, cujo início está previsto para Fevereiro próximo.
América Eléctrica, que já roda na rádido desde Dezembro de 2008, é o primeiro single retirado do álbum, cujo videoclip estará concluído ainda este mês de Janeiro.
Poderás descarregar este álbum de forma totalmente gratuita em www.phalasolo.com.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Sugestão Músical

Working on a Dream
Bruce Springsteen
Bruce Springsteen vai lançar o seu 24º álbum, intitulado «Working on a Dream», no dia 27 de Janeiro, escreve a Reuters.
O sucessor de «Magic» foi gravado pelo cantor e pela E-Street Band durante as várias pausas na sua última digressão, em 2007.
«Todas as canções foram escritas de forma rápida», revelou Bruce Springsteen em comunicado.
«Working on a Dream» foi produzido por Brendan O'Brien, que já tinha estado envolvido em «Magic».
O Boss ao seu melhor nível. A não perder!!!
